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26/05/2010

No Globo

Acordei hoje com uma foto minha “mostrando um linguão” no Globo.

Obrigada Anselmo (aliás, o “fracassa na tentativa” foi demais ), faltou mesmo, essa malcriação, ontem, prum malcriado sem noção que andava me abusando.

Taí ogro! Essa língua é pra você!

 

 

24/05/2010

Segunda a l Garfield??


Só se for de dia, pegar uma "praia-moletom", delícia...
Mas a noite, tem Z.É. no Vivo Rio! Imperdível!
Minha segunda feliz participação, e fui eu que pedi...
Ontem ensaiávamos no bom e velho Hipódromo, no BG e eu já ria muito.
Tem exercícios novos de improvisação e a feliz coincidência de ter Sérgio Módena, como diretor convidado, autor do meu infantil...
Marmeladaaa! É marmeladaa!!
É a boa da segundona...
Pros animados a valer, ainda tem a festa da virada em Copa, que é deliciosa, mas com um estúdio tudo me esperando amanhã, dona Gabi Marrone não me permite...


Boa semana pra gente.
Lov lua

 

20/05/2010

Adorei essa...

Confusão

Essas duas tresloucadas, a Saudade e a Esperança, vivem ambas na casa do Presente, quando deviam estar, é lógico, uma na casa do Passado e a outra na do Futuro. Quanto ao Presente – ah! – esse nunca está em casa.

(Mário Quintana)

11/05/2010

Velho amigo...

Nesse fim de semana li o artigo do João Ubaldo que falava de livros.

Ele mostrava-se surpreso com os avanços tecnológicos acerca do assunto: - A máquina de conversar, fofocar, anotar, ouvir, quase massagear, que virou o livro.

Eu que me sinto uma romântica antiquada aos 33 anos, confesso que vibrei. João Ubaldo pra mim é referencia, e ele ainda aprecia o velho amigo livro, com orelhas, capa, páginas, etc...

Eu ainda escrevo no bom e velho caderno (textos, estudos, recados domésticos, emails aqui do site), adoro receber cartas, revelo fotos em papel para fazer álbuns, valorizo desculpas pedidas se olhando nos olhos... to antiga mesmo...

Trintage total...

Essa semana recebi uma carta doce e sincera da minha santa mãe... a letra dela escrita no papel me emocionou...

Lembrei da letra da minha avó...

E achei o livro “Meu Pé de Laranja Lima” que ela me deu faz alguns anos.

Tinha uma dedicatória: “Que você não conheça a dor de ver seu pé de laranja lima ceifado”.

Como seria isso num I-book????

Como será esse mundo tão impessoal que está por vir??

 

Te amo mamma...

06/05/2010

Liberdade para as borboletas...

Encerrando ciclos

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.


(Paulo Coelho)