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29/01/2010

Barata Ribeiro

Agora o planetário ta de nariz vermelho.

O palhaço Márcio Libar é que virou o dono do pedaço, e que pedaço... o Planetário...

Deve ser muito melhor fazer parte do planeta de um palhaço do que desses falsos e egoístas políticos...

Mundo ao contrário now!!!

É no Planetário que está em cartaz a peça “Barata Ribeiro 193” , com um elenco ótimo, entrosado e tocante. Cada um brilhando a sua estrela, são elas:

- o Carioca

- o Gaúcho

- o Escritor

 

Uma hora e quinze, num teatro de arena (adooooooro!), contando uma história que poderia ser a minha, a sua... aliás; é a nossa! Quem não quer alcançar o sucesso fazendo arte?!

No final ecoa na cabeça da gente, uma frase do poema citado na peça: “- O tempo não passa, morre!!”

 
Genial...

 

25/01/2010

Paulistana

“ÊÊÊ São Paulo...

São Paulo terra boa,

São Paulo da garoa...”

 

É níver de Sampa,

Minha Sampa...

Aliás nossa, né?!

Brasil inteiro precisa dela.

Onde nasci,

Onde aprendi a trabalhar,

Lugar esse onde se transpira a semana e sonha-se no, e com o fim dela.

 
Ainda falta cor...

Ainda falta estrutura pra que a musiquinha da garoa não vire tragédia, como temos visto...

 
Cuidemos e agradeçamos,

Te amo São Paulo.

To no Rio, mas sou daí!

Lov Lua.

20/01/2010

A vida mesmo assim...

Soneto de Montevidéu

(Vinícius de Moraes)


Não te rias de mim, que as minhas lágrimas
São água para as flores que plantaste
No meu ser infeliz, e isso lhe baste
Para querer-te sempre mais e mais.

Não te esqueças de mim, que desvendaste
A calma ao meu olhar ermo de paz
Nem te ausentes de mim quando se gaste
Em ti esse carinho em que te esvais.

Não me ocultes jamais teu rosto; dize-me
Sempre esse manso adeus de quem aguarda
Um novo manso adeus que nunca tarda

Ao amante dulcíssimo que fiz-me
À tua pura imagem, ó anjo da guarda
Que não dás tempo a que a distância cisme.

 

13/01/2010

Chocolate

Soneto de Véspera

(Vinicius de Moraes)

Quando chegares e eu te vir chorando
De tanto te esperar, que te direi?
E da angústia de amar-te, te esperando
Reencontrada, como te amarei?

Que beijo teu de lágrimas terei
Para esquecer o que vivi lembrando
E que farei da antiga mágoa quando
Não puder te dizer por que chorei?

Como ocultar a sombra em mim suspensa
Pelo martírio da memória imensa
Que a distância criou - fria de vida

Imagem tua que eu compus serena
Atenta ao meu apelo e à minha pena
E que quisera nunca mais perdida...

 

P.s. Meu peixe, o Branquinho, acordou morto...

Aaaaaaaaaaaaaaaaaahh...

Triste...

09/01/2010

Agradecida...

O apelo deu certo!

 
Consegui a camisa da seleção com o autógrafo do Fenômeno!

Já foi leiloada e o Moshe conseguiu uma boa arrecadação no leilão, graças à boa vontade de muiiiiitas pessoas especiais que ajudaram.

Então, venho aqui agradecer ao Felipe () que falou com o Bombril que falou com a Carol Sampaio () que falou com o Ronaldo ()...

 
Pronto!

Final Feliz!